quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A sucessão que não serve ao país. Monótona, melíflua, monocórdia. Do que dizem, o que se aproveita? O quer fazer nesses CHATOS 17 dias? Unanimidade: os dois incompetentes. Mas como é preciso, IMPLORAM a Deus.



Serra e Dilma continuam esgotando a paciência do cidadão-contribuinte-eleitor. Além das inserções intercaladas, roubam 20 minutos diários, quando se perfilam diante das televisões, pretendendo emoções que não sentem, compromissos que não sabem como cumprir, programas e projetos de governo que “esqueceram” de mostrar no primeiro turno. Agora, garantem que APRESENTARÃO HOJE OU AMANHÃ.

Por que não aproveitaram a campanha sem tempo e prazo fixado? Se fixaram na baixaria, em vez de elaborarem programas, assumirem compromissos, desviavam suas equipes para “desenterrar MORTOS DO PASSADO”. Como os dois são vulneráveis, foram igualmente atingidos, a campanha não se travou a partir de compromissos, projetos, mostrarem a forma como resolveriam os problemas, não trataram de coisa alguma.

Os dois candidatos estavam armados de estilingue, não perceberam que se transformariam em boomerang, Se atingiam mutuamente, não sentiam nada, se julgam tão importantes e competentes que se consideravam inatingíveis. Só que fora os exaltados de sempre, os outros usam a RELIGIOSIDADE que Dilma e Serra descobriram agora, e pedem a Deus que faça o dia 31 chegar imediatamente, ultrapasse o calendário.

Os dois candidatos, ridículos e intragáveis, só falam em SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA. Usam as três palavras, garantem igualmente, serão as prioridades. Mas nem de longe, MOSTRAM DE ONDE VIRÃO OS RECURSOS.

Num dos “debates”, Dona Dilma afirmou: “Nosso governo gastou 40 BILHÕES EM SANEAMENTO”, mas uma das carências do país é justamente a falta de esgoto. O país cheira mal, e a palavra de Dona Dilma não serviu de desodorante.

Serra também exorbitou no insensato, dizendo “não sou homem de duas caras”, quando se sabe que ele tem uma para cada oportunidade, a palavra exata, poucos são ou serão tão OPORTUNISTAS.
***
PS – Esperemos os programas de governo e os compromissos dos candidatos. Garantindo que a primeira reforma seja a PARTIDÁRIA, para que o cidadão-contribuinte-eleitor, nas próximas sucessões, não fique tão sem escolha, opção ou alternativa como agora.

PS2 – Depois, os outros compromissos, que ultrapassam as três palavras que repetem como mágicas. É preciso resolver em profundidade, tudo o que não foi resolvido até agora, tomemos por base a primeira ELEIÇÃO DIRETA que não se consumou.

PS3 – Angustiados, assistindo essas exibições inúteis e sem sentido, lamentemos o que eles NÃO dizem, mas GARANTEM QUE FARÃO.

PS4 – Dilma e Serra foram a Aparecida, se benzeram, faziam o “sinal da cruz” a todo momento. Perguntinha obrigatória: era a primeira vez que iam la? Dava a impressão. Foram o ano passado, o outro, o outro, quando?

Helio Fernandes
http://www.tribunadaimprensa.com.br/

Soneto LV


ESPINHOS, vidros rotos, enfermidades, pranto
Assediam dia e noite o mel dos felizes
E não serve a torre, nem a viagem nem os muros:
A desventura atravessa a paz dos adormecidos, 


A dor sobe e desce e acerca suas colheres
E não há homem sem este movimento,
Não há natalício, não há teto nem cercado:
Há que tomar em conta esse atributo. 


E no amor não valem tampouco olhos fechados,
Profundos leitos longe do pestilente ferido,
Ou do que passo a passo conquista sua bandeira.


Porque a vida pega como cólera ou rio
E abre um túnel sangrento por onde nos vigiam
Os olhos de uma imensa família de dores.
 

Pablo Neruda

Paco de Lucia - Entre dos aguas (1976)

video

Pesquisas

Duas pesquisas divulgadas hoje mostram que os votos no 2º turno se acomodaram.

Ibope divulgado hoje (13/10):
Dilma: 49%
Serra: 43%
Brancos e nulos: 5%
Indecisos: 3%

Vox Populi divulgado hoje (13/10):
Dilma: 48%
Serra: 40%
Brancos e nulos: 6%
Indecisos: 6%

Datafolha (semana passada):
Dilma: 48%
Serra: 41%
Brancos e nulos: 4%
Indecisos: 7%

As pesquisas mostram uma acomodação com Dilma entre 48 e 49% e Serra entre 40 e 43%. Os eleitores de Marina já escolheram seu lado, e são poucos os indecisos, que deverão distribuirem-se entre as duas candidaturas, sem alterar muito os números.

A acomodação mostra que, se ninguém fizesse mais campanha, Dilma venceria.

Mas a eleição está longe de estar definida, apesar da tendência favorável para Dilma, porque ainda tem muita campanha pela frente.

Para Serra vencer precisa tirar votos de Dilma. Para Dilma vencer basta manter seus votos, mas, por segurança, é importante lutarmos para conseguirmos ampliar a vantagem. Aliás, o esforço para manter os votos é o mesmo necessário para ampliar.

Vencerá quem fizer a melhor campanha, e para isso cada um de nós tem que lutar para conquistar voto a voto.

Dialogue com parentes e amigos. Repasse informações importantes por email, divulgue em rede sociais, no orkut, no twitter, em blogs, em comentários nos portais, youtube, etc.

Lembre do quanto foi bom o governo Lula, e que Dilma foi a principal ministra que auxiliou a gerar resultados, e que só Dilma tem o compromisso de seguir o mesmo modelo de governo de Lula.

Lembre do pesadelo que foi o governo FHC, com desemprego e arrocho para a classe média (nem a tabela de imposto de renda era corrigida pela inflação, fazendo a cada ano pagar mais imposto), e que Serra tem tudo a ver com aquele governo, onde foi Ministro do Planejamento.

Serra não conseguiu planejar nem o setor elétrico, causando o racionamento do apagão.

Lembre que Serra foi o ministro das privatizações que privatizou errado. Vendeu a Vale do Rio Doce a preço de banana, lesando o patrimônio dos brasileiros. Isso não é apenas coisa do passado. Se essa mentalidade privatista voltar, a riqueza do pré-sal em vez de ficar para os brasileiros, irá para os estrangeiros, igual ao ouro do Brasil Colônia foi para Portugal e Inglaterra.

Serra privatizou com contratos de concessão com tarifas extorsivas de pedágios e de telefonia (não adianta vir querer jogar na conta dos 8 anos do governo Lula, porque depois de assinado o contrado de concessão no governo FHC, não tem como baixar as tarifas de telefone por decreto, enquanto a concessão não vencer).

Sobre corrupção, tem mais notícia no governo Lula, porque existe o combate permanente à corrupção, não há abafamento, quem anda fora da linha é entregue à justiça e a imprensa não é comprada pelo governo, denunciando o que existe e o que não existe.

No governo de Serra e FHC, a corrupção era abafada, quase ninguém era preso, nem punido. Não deixava fazer CPI. Teve época da Polícia Federal não ter verba nem para a gasolina das viaturas, precisava contratar mais policiais. Tinha o engavetador geral da república. E a imprensa abafava boa parte dos escândalos daquele governo, porque apoiava o governo.

Em São Paulo, Serra agiu do mesmo jeito como governador: impediu CPI's, a Polícia Civil é sucateada, tirando a capacidade de investigação e de fazer operações como a Polícia Federal, e Serra compra anúncios e assinaturas de jornais, revistas e TVs, fazendo os donos serem dóceis à ele, a ponto de Serra pedir a cabeça de jornalistas que denunciam falcatruas em seu governo.

Lembre que corrupção é igual higiene. Todo governo é atacado pela sujeira da corrupção. O governo Lula toma banho e lava a sujeira todo dia, mantendo-se limpo. Serra mantém a sujeira no governo passando um perfume para encobrir o mau-cheiro.

Vox Populi: Dilma tem 48% e Serra soma 40%


A primeira pesquisa Vox Populi para o segundo turno das eleições presidenciais, divulgada nesta quarta-feira (13), aponta liderança da candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, com 48% dos votos, ficando à frente do rival José Serra (PSDB), com 40%, caso a votação fosse hoje. O pleito será em 31 de outubro.

Na sondagem contratada pelo portal iG, brancos e nulos somaram 6% e os indecisos, também. Levando-se em conta apenas votos válidos, desconsiderando-se brancos e nulos, o resultado final apontaria Dilma com 54,5% e Serra com 45,4% do eleitorado.

O instituto entrevistou três mil pessoas de 10 a 11 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual. Os números do Vox Populi são semelhantes ao da pesquisa Datafolha divulgada no sábado (09), na véspera do primeiro debate entre os presidenciáveis: ali a petista tinha 48% e Serra, 41% dos votos.

Além da corrida presidencial, o instituto apurou a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A aprovação ao mandatário é de 78%. Para 17% dos entrevistados, o desempenho dele é regular e 4% o reprovam.

Católicos e evangélicos declaram voto em Dilma Rousseff

 
“Se nos calarmos, até as pedras gritarão!”(Lc 19, 40)

Manifesto de Cristãos e cristãs evangélicos/as e católicos/as em favor da vida e da vida em Abundância!

Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as, padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público declarar:

1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.

A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40).

2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:

3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.

4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).

5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.

6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.

7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino. Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões. Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.

Com esta esperança e a decisão de lutarmos por isso, nos subscrevemos:

Dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás velho, e presidente honorário da CPT nacional.
Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Feliz do Araguaia-MT.
Dom Demetrio Valentini, bispo de Jales-SP e presidente da Cáritas nacional.
Dom Luiz Eccel – Bispo de Caçador-SC
Dom Antonio Possamai, bispo emérito da Rondônia.
Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana- Maranhão.
Dom Xavier Gilles, bispo emérito de Viana- Maranhão.
Padre Paulo Gabriel, agente de pastoral da Prelazia de São Feliz do Araguaia /MT
Jether Ramalho, líder ecumênico, Rio de Janeiro.
Marcelo Barros, monge beneditino, teólogo
Professor Candido Mendes, cientista político e reitor
Luiz Alberto Gómez de Souza, cientista político, professor
Zé Vicente, cantador popular. Ceará
Chico César. Cantador popular. Paraíba/são paulo
Revdo Roberto Zwetch, Igreja IELCB e professor de teologia em São Leopoldo.
Pastora Nancy Cardoso, metodista, Vassouras / RJ
Antonio Marcos Santos, Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Juazeiro – Bahia
Maria Victoria Benevides, professora, da USP
Monge Joshin, Comunidade Zen Budista do Brasil, São Paulo
Antonio Cecchin, irmão marista, Porto Alegre.
Ivone Gebara, religiosa católica, teóloga e assessora de movimentos populares.
Fr. Luiz Carlos Susin – Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação
Frei Betto, escritor, dominicano.
Luiza E. Tomita – Sec. Executiva EATWOT(Ecumenical Association of Third World Theologians)
Ir. Irio Luiz Conti, MSF. Presidente da Fian Internacional
Pe. João Pedro Baresi, pres. da Comissão Justiça e Paz da CRB (Conferência dos religiosos do Brasil) SP
Frei José Fernandes Alves, OP. – Coord. da Comissão Dominicana de Justiça e Paz
Pe. Oscar Beozzo, diocese de Lins.
Pe. Inácio Neutzling – jesuíta, diretor do Instituto Humanitas Unisinos
Pe. Ivo Pedro Oro, diocese de Chapecó / SC
Pe. Igor Damo, diocese de Chapecó-SC.
Irmã Pompeia Bernasconi, cônegas de Santo Agostinho
Cibele Maria Lima Rodrigues, Pesquisadora.
Pe. John Caruana, Rondônia.
Pe. Julio Gotardo, São Paulo.
Toninho Kalunga, São Paulo,
Washingtonn Luiz Viana da Cruz, Campo Largo, PR e membro do EPJ (Evangélicos Pela Justiça)
Ricardo Matense, Igreja Assembléia de Deus, Mata de São João/Bahia
Silvania Costa
Mercedez Lopes,
André Marmilicz
Raimundo Cesar Barreto Jr, Pastor Batista, Doutor em ética social
Pe. Arnildo Fritzen, Carazinho. RS.
Darciolei Volpato, RS
Frei Ildo Perondi – Londrina PR
Ir. Inês Weber, irmãs de Notre Dame.
Pe. Domingos Luiz Costa Curta, Coord. Dioc de Pastoral da Diocese de Chapecó/SC.
Pe. Luis Sartorel,
Itacir Gasparin
Célio Piovesan, Canoas.RS
Toninho Evangelista – Hortolândia/SP
Geter Borges de Sousa, Evangélicos Pela Justiça (EPJ), Brasília.
Caio César Sousa Marçal – Missionário da Igreja de Cristo – Frecheirinha/CE
Rodinei Balbinot, Rede Santa Paulina
Pe. Cleto João Stulp, diocese de Chapecó.
Odja Barros Santos – Pastora batista
Ricardo Aléssio, cristão de tradição presbiteriana, professor universitário.
Maria Luíza Aléssio, professora universitária, ex-secretária de educação do Recife
Rosa Maria Gomes
Roberto Cartaxo Machado Rios
Rute Maria Monteiro Machado Rios
Antonio Souto, Caucaia, CE
Olidio Mangolim – PR
Joselita Alves Sampaio – PR
Kleber Jorge e silva, teologia – Passo Fundo – RS
Terezinha Albuquerque
PR. Marco Aurélio Alves Vicente – EPJ – Evangélicos pela Justiça, pastor-auxiliar da Igreja Catedral da Família/Goiânia-GO
Padre Ferraro, Campinas.
Ir, Carmem Vedovatto
Ir. Letícia Pontini, discípulas, Manaus.
Padre Manoel, PR
Magali Nascimento Cunha, metodista
Stela Maris da Silva
Ir. Neusa Luiz, Abelardo Luz- SC
Lucia Ribeiro, socióloga
Marcelo Timotheo da Costa, historiador
Maria Helena Silva Timotheo da Costa
Ianete Sampaio
Ney Paiva Chavez, professora educação visual, Rio de janeiro
Antonio Carlos Fester
Ana Lucia Alves, Brasília
Ivo Forotti, Cebs – Canoas – RS
Agnaldo da Silva Vieira – Pastor Batista. Igreja Batista da Esperança – Rio de Janeiro
Irmã Claudia Paixão, Rio de Janeiro
Marlene Ossami de Moura, antropóloga / Goiânia.
Ir. Maria Celina Correia Leite, Recife
Pedro Henriques de Moraes Melo – UFC/ACEG
Fernanda Seibel, Caxias do Sul.
Benedito Cunha, pesquisador popular, membro do Centro Mandacaru – Fortaleza
Pe. Lino Allegri – Pastoral do Povo da Rua de Fortaleza, CE.
Juciano de Sousa Lacerda, Prof. Doutor de Comunicação Social da UFRN
Pasqualino Toscan – Guaraciaba SC
Francisco das Chagas de Morais, Natal – RN.
Elida Araújo
Maria do Socorro Furtado Veloso – Natal, RN
Maria Letícia Ligneul Cotrim, educadora
Maria das Graças Pinto Coelho/ professora universitária/UFRN
Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíbicos Recife
Xavier Uytdenbroek, prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP
Maria Mércia do Egito Souza, agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife
Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS
Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito
Targelia de Souza Albuquerque
Maria Lúcia F de Barbosa, Professora UFPE
Débora Costa-Maciel, Profª. UPE
Maria Theresia Seewer
107. Ida Vicenzia Dias Maciel
108. Marcelo Tibaes
109. Sergio Bernardoni, diretor da CARAVIDEO- Goiânia – Goiás
110. Claudio de Oliveira Ribeiro. Pastor da Igreja Metodista em Santo André, SP.
104 . Pe. Paulo Sérgio Vaillant – Presbítero da Arquidiocese de Vitória – ES
106. Roberto Fernandes de Souza. RG 08539697-6 IFP RJ – Secretario do CEBI RJ
107. Sílvia Pompéia.
108. Pe. Maro Passerini – coordenador Past. Carcerária – CE
109. Dora Seibel – Pedagoga, caxias do sul.
110. Mosara Barbosa de Melo
111. Maria de Fátima Pimentel Lins
112. Prof. Renato Thiel, UCB-DF
114 . Alexandre Brasil Fonseca , Sociólogo, prof. da UFRJ, Ig. Presbiteriana e coordenador da Rede FALE)
115 Daniela Sanches Frozi, (Nutricionista, profa. da UERJ, Ig. Presbiteriana, conselheira do CONSEA Nacional e vice-presidente da ABUB)
116. Marcelo Ayres Camurça – Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião – Universidade Federal de Juiz de Fora
117. Revd. Cônego Francisco de Assis da Silva,Secretário Geral da IEAB e membro da Coordenação do Fórum Ecumênico Brasil
118. Irene Maria G.F. da Silva Telles
119. Manfredo Araújo de Oliveira
120. Agnaldo da Silva Vieira – Pedagogo e Pastor Auxiliar da Igreja Batista da Esperança-Centro do Rio de Janeiro
121. Pr. Marcos Dornel – Pastor Evangélico – Igreja Batista Nova Curuçá – SP
122. Adriano Carvalho.
123. Pe. Sérgio Campos, Fundação Redentorista de Comunicações Sociais – Paranaguá/Pr.
124. Eduardo Dutra Machado, pastor presbiteriano
125. Maria Gabriela Curubeto Godoy – médica psiquiatra – RS
126. Genoveva Prima de Freitas- Professora – Goiânia
127. M. Candida R. Diaz Bordenave
128. Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíbicos Recife
129. Xavier Uytdenbroek prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP
130. Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife
131. Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS
132. Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito
133. Targelia de Souza Albuquerque
134. Maria Lúcia F de Barbosa (Professora – UFPE)
135. Paulo Teixeira, parlamentar, São Paulo.
136. Alessandro Molon, parlamentar, Rio de janeiro.
137. Adjair Alves (Professor – UPE)
138. Luziano Pereira Mendes de Lima – UNEAL
139. Cláudia Maria Afonso de Castro-psicóloga- trabalhadora da Saúde-SMS Suzano-SP
140. Fátima Tavares, Coordenadora do Programa de Pos-Graduação em Antropologia FFCH/UFBA
141. Carlos Cardoso, Professor Associado do Departamento de Antropologia e Etnologia da UFBA.
142. Isabel Tooda
143. Joanildo Burity (Anglicano, cientista político, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco,
144. Paulo Fernando Carneiro de Andrade, Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, Professor de Teologia PUC- Rio
145. Aristóteles Rodrigues – Psicólogo, Mestre em Ciência da Religião
146. Zwinglio Mota Dias – Professor Associado III – Universidade Federal de Juiz de Fora
147. Antonio Francisco Braga dos Santos- IFCE
148. Paulo Couto Teixeira, Mestrando em Teologia na EST/IECLB
149. Rev. Luis Omar Dominguez Espinoza
150. Anivaldo Padilha – Metodista, KOINONIA, líder ecumênico
151. Nercina Gonçalves
152. Hélio Rios, pastor presbiteriano
153. João José Silva Bordalo Coelho, Professor- RJ
154. Lucilia Ramalho. Rio de janeiro.
155. Maria Tereza Sartorio, educadora, ES
156. Maria José Sartorio, saúde, ES
157. Nilda Lucia Sartorio, secretaria de ação social, Espírito santo
158. Ângela Maria Fernandes -Curitiba 159. Lúcia Adélia Fernandes
160. Jeanne Nascimento – Advogada em São Paulo/SP
161. Frei José Alamiro, franciscano, São Paulo, SP
162. Otávio Velho, antropólogo
163. Iraci Poleti,educadora
164.Antonio Canuto
165. Maria Luisa de Carvalho Armando
166. Susana Albornoz
167. Maria Helena Arrochellas
168. Francisco Guimarães
169. Eleny Guimarães